
Postaremos Relatos de Projeções Astrais Conscientes todas as semanas (ou quase todas) para trazer vivências e informações que podem servir como apoio à todos que se conectam com o Portal Vortex Famílias de Alma!
Eu, Karla, já contava com mais de 250 anos sem encarnar na Terra. Meus corpos: etérico, astral e mental inferior já tinham sido diluídos na última encarnação.
Quando isso acontece, a consciência dos corpos energéticos da Roupagem Imediata de 7ª dimensão (Galáctica) toma à frente, até a criação de novos corpos para a próxima descida.
Eu sabia que minha Chama Gêmea estava encarnada na Terra, e eu poderia fazer alguns acessos astrais através do Eu Superior.
Com o corpo astral da minha Roupagem Felina de nome Melina, e através do auxílio do Eu Superior para densificar este corpo astral para caber no campo astral da terceira dimensão, eu conseguia por algumas vezes chegar até o Luís. E, vou contar como foram alguns desses momentos.
O primeiro encontro no astral, o Luís tinha 16 anos, o seu cabelo estava curto, a pele bem branca, olhos castanhos escuros, e lábios muito vermelhos, e eu o sentia um pouco angustiado e com alguma tristeza. Ele estava vestido totalmente de preto.
Se encontrava sentado no meio fio de uma calçada que dava para uma rua de pedra, e o cheiro do lugar era de maresia. Ele estava olhando para o chão e às vezes para os lados.
Meu corpo astral se apresentava e se apresenta até hoje de forma inusitada. Meus cabelos são de tom alaranjado, meu rosto tem muitas sardas alaranjadas e uma marca escura abaixo dos olhos, meus olhos são tom de verde amarelado, meu corpo é bem esguio, e tenho orelhas pontudas e cauda felina, mas costumo esconder nas roupas.
Surgi na frente dele, ele me olhou espantado, levantou rapidamente e disse de forma surpresa que me conhecia, mas que não lembrava meu nome.
E me perguntava o tempo todo o meu nome. Eu dizia que não podia falar, porque ele iria acordar e me procurar, e não ia me achar.
Os momentos juntos eram rápidos. Sempre ficávamos abraçados e nos acariciando com beijos leves, até o momento de precisar sair daquele nível de densidade.
Quando eu ia embora, eu sentia o coração dele querendo se rasgar. Ele segurava minha mão e não queria soltar, dizia que queria ir comigo, que nada fazia sentido sem estar com ele.
Eu pedia pra ele esperar, porque faltava pouco pra eu encontrá-lo. Eu falava que tínhamos uma missão juntos.
Quando o Luís estava acordado no físico, ele me procurava nos rostos das meninas, e por vezes se enganava achando que era eu.
O segundo encontro no astral, eu o vi com muitos amigos confraternizando em um bar, ele estava acompanhado com uma menina de cabelos tom de mel e jeitinho romântico e eu não quis atrapalhar.
Caminhei pelas ruas de pedra, o cheiro de maresia me dava saudade de algo que não lembrava. Ficava atrás dos carros espiando. Até que ele saiu do grupo e veio caminhando sozinho para perto de mim, mas ele não tinha me visto, parece que foi atraído de alguma maneira.
Apareci pra ele, mais uma vez surpreso ele me abraça forte e disse que daquela vez eu não escapava e queria me apresentar para o grupo de amigos. Eu disse que estava com pressa, que não podia, que precisava ser rápido. Ficamos um pequeno momento abraçados e ele disse que comigo se sentia em casa e se eu sabia explicar o porquê. Eu disse que éramos um só. E que ele precisava seguir o caminho do coração e abrir a mente para ficarmos juntos. Ele afirmou que faria isso.
No terceiro encontro no astral, seus cabelos estavam compridos, ele estava mais sério e impaciente. E a cada reencontro eu via ainda mais beleza nele. Me perdia no seu rosto, como se fosse um universo infinito.
O lugar era diferente, um cheiro mais cítrico, o ar mais seco.
Nesse encontro ele também estava acompanhado, e eu não quis aparecer. Deixei um bilhete que após lido, desaparecia.
No bilhete estava escrito que eu voltaria para o encontro da fusão das Almas. Para ele se preparar.
No quarto encontro fomos a um acampamento de encontro de Almas Gêmeas e Chamas Gêmeas. Eu me atrasei muito para o encontro, pois não conseguia esconder as orelhas pontudas. Quando cheguei, ele estava sozinho sentado, e eu não tinha muito tempo, e disse “oi”. Os olhos dele brilharam, ele ficou paralisado me olhando e eu fiquei tímida.
Nesse encontro o Luís já estava muito mais consciente, ele tinha feito o que me prometeu, seguiu o caminho do coração e acordou com a lembrança nítida dessa Projeção Astral.
Ele queria definitivamente saber meu nome, eu disse que não podia falar, mas que já estava na Terra e que em breve o procuraria. E ele pediu então meu telefone, e eu passei. Tiramos fotos, e ficamos abraçados totalmente enamorados.
Luís acordou com a lembrança de tudo no físico, e anotou meu telefone. Era real o número, era o número do lugar onde eu estava morando no físico.
Mas como ele não tinha certeza se era um telefone mesmo, e se não passava de um sonho, ele nunca ligou.
No quinto encontro astral, estávamos reunidos com um grupo de meditação, e eu o encontrei me esperando, dessa vez ele sabia que eu ia aparecer.
Eu pedi seu nome e o lugar onde ele estava morando, e disse que eu ia procurá-lo.
Ele me passou tudo, e ficamos mais um momento juntos.
Ele me chamou para um local mais reservado, eu disse que ainda não podia ir. Mas que depois que eu o encontrasse (no físico), poderíamos ter todos os encontros sozinhos que quisermos.
Acordei no físico com o nome dele e a cidade na mente. Abri o notebook, entrei no Facebook e iniciei minha busca. Levei 3 dias para encontrá-lo.
E enviei uma solicitação de amizade. E 12 dias depois ele me retornou.
Após o encontro virtual, mais reencontros no astral aconteceram.
Os Encontros nos Planos Astrais promovem a energização do Campo Etérico/Físico. Essa é a razão pelo qual até os encontros Astrais precisam ser planejados pelo Eu Superior, com algum objetivo.
Chamas Gêmeas que estão fundindo suas linhas de tempo para encontros físicos podem ter suas Fusões Físicas iniciadas sem mesmo se encontrarem fisicamente, justamente por conta da ponte “Etérico/Físico”.
Todos as lembranças de encontros de Chamas Gêmeas em planos astrais servem também para alimentar o campo etérico das Energias de União Física, acelerando ainda mais o Encontro.
Convidamos a todos vocês que acordam com lembranças de seus Encontros que partilhem conosco nos comentários aqui do blog, ou do instagram!
As experiências compartilhadas são Portais, que apoiam mutuamente todos que estão nas vibrações dos Encontros Monádicos e de Famílias de Alma aqui na Terra!
O Amor Venceu!
Por Luís F. Henriques e Karla M. Krause – 14/08/2024
Karla, que história linda! Aprendo muito com vocês! Sou afortunada de ter tido a oportunidade de encontrá-los nessa jornada!
Como vocês planejam os encontros astrais para criar esse laço fraterno antes do encontro físico?
Eu simplesmente adorei esse quadro. Tenho adorado e viajado em cada compartilhamento de vocês aqui ás quartas.
Um abraço para vocês três!
Taís
Incrível essa história. Viver de verdade é viver multidimensionalmente.
Karla, que relato lindo! Hoje acredito muito nisso, que as chamas quando estão separadas no mundo físico, continuam se encontrando no astral. Não costumo lembrar dos sonhos com a minha contraparte. Tenho uma única memória, mas foi bem breve. Assim que acordei, anotei depressa para não esquecer. Foi no dia 24/09/2024. No sonho, ele me enviava muitas mensagens durante a noite, só que como eram muito longas, eu não conseguia ler, deixava para outro dia, pois conversar como ele causa em mim um êxtase de alegria tão intenso que me deixa ansiosa. Ainda no mesmo sonho, no dia seguinte, eu estava em um lugar muito alto, tomada pela sensação de paz e plenitude, apreciando a vista do entorno. Ele passou por mim, parecia estar indo a caminho do trabalho – sorriu pra mim, eu sorri pra ele, ele piscou o olho e entrou em um elevador. Acordei com a sensação de que havíamos trabalhado juntos a noite inteira, mas que tudo foi apagado da minha mente, restando apenas a memória dessa cena final.