
Postaremos Relatos de Projeções Astrais Conscientes todas as semanas (ou quase todas) para trazer vivências e informações que podem servir como apoio à todos que se conectam com o Portal Vortex Famílias de Alma!
Treinamento com o Comandante da Unidade de Prata – Comando Ashtar
Eu, Luís, tive uma experiência inédita e riquíssima em detalhes no ano de 2017. Eu estava desenvolvendo técnicas para melhorar minhas Projeções Conscientes, quando tive o privilégio de ser encaminhado a um treinamento especial com um Comandante do Comando Ashtar.
Sempre quando nos dedicamos à algum processo, Mestres e Guias observam e proporcionam experiências de acordo com o mérito do esforço de cada um. Então aqui, já fica a grande dica: se esforcem, e com toda certeza terão o retorno. Mestres e Guias sempre terão bons olhos aos Seres de Boa Vontade.
Em um dia “normal”, simplesmente fui deitar em um horário rotineiro… Além dos exercícios de Meditação e Respiração Prânica que já era acostumado a fazer, eu não tive nada em especial naquele dia.
Ao dormir, um tempo depois, “acordei” no Plano Astral de maneira extremamente consciente, coisa que ainda nunca tinha acontecido. Eu sempre tinha lembranças, mas nada que fosse absurdamente claro e consciente.
A clareza de consciência era tanta, que ao acordar no Plano Astral, eu sabia que meu corpo físico estava dormindo na cama. Eu sabia o horário no plano físico naquele momento. Eu lembrava da pessoa que estava dormindo comigo na cama. Inclusive, eu conseguia sentir qual era minha posição corporal enquanto dormia, e ao mesmo tempo, 100% consciente de tudo o que estava acontecendo ali, no caso, no Plano Astral.
Nesse momento eu já sabia que algo diferente estava acontecendo. Aquela consciência clara não era “exatamente minha”. Tinha uma “Força Maior” me ajudando a estar consciente daquela maneira.
Ao passo que me vi com praticamente 100% de consciência naquele Plano Dimensional, percebi que eu não estava sozinho. Um Comandante do Comando Ashtar me saudou, e me disse que percorreríamos um caminho juntos, onde ele me ensinaria algumas coisas.
O nome desse Comandante é Alderan, e ele se encontra encarnado na Terra neste momento.
Me percebi de frente para uma entrada de um lugar muito escuro, com um clima muito pesado. Entendi que estávamos em planos umbralinos muito densos.
Quando estamos em Planos Astrais mais densos (considerados umbralinos) técnicas comuns de Projeção simplesmente não funcionam, como por exemplo, a levitação, ou simplesmente voar com seu corpo astral.
Muitas pessoas relatam que podem voar e fazer “o que quiserem” com seus corpos astrais no Plano Astral, mas na verdade, isso só é possível porque aquele plano de densidade está leve o suficiente para permitir movimentos assim.
Em Planos muito densos (umbralinos), nossos corpos astrais ficam pesados, e mesmo com treinamento não conseguimos “sair voando”. Muitas condições telepáticas também começam a ficar limitadas e tudo fica um pouco mais difícil, comparado por exemplo, à um Plano Astral de 5ª dimensão, onde basta um pensamento e você pode ter o peso de uma pluma, e sair voando por aí.
Na entrada daquele lugar tenebroso eu já tinha avistado um portão que parecia o portão de um cemitério. Aquele portão “ferroso”, grande e arredondado, bem clássico de filmes de terror.
Do outro lado do portão eu pude observar um grupo de seres que eram, literalmente, vampiros. A imagem desses seres era aterrorizante e não pareciam amigáveis em aspecto nenhum.
O Comandante Alderan me informou que precisaríamos atravessar caminhos no sentido de “subir para dimensões mais altas”. Mas para que isso fosse possível, precisaríamos “vencer” aquele nível onde estávamos. Deveríamos saber lidar com o que aquele nível de densidade apresentava, e na medida em que aprendíamos o que era necessário aprender, conseguiríamos subir e sair dali…
Antes de abrir o portão e dar de cara com aqueles caras nada amigáveis (que eu já estava com um certo medo) Alderan simplesmente me entrega uma Espada, e diz:
“Eu acho que não vai ser necessário usar, mas se você precisar usar, você está livre pra fazer o que achar que deve…”
Essa foi simplesmente a única orientação que recebi.
Nesse momento eu percebi que TODOS os meus conhecimentos de Projeções Astrais estava ali comigo. Eu lembrava de tudo o que tinha aprendido no Plano Físico, como se eu estivesse acessando minha “mente em plano físico” instantaneamente. (muitas pessoas não se lembram da fisicalidade quando estão em planos astrais).
Simplesmente dei o “Ok” para Alderan, segurei firme o cabo da Espada, e o segui após ele ter aberto aquele portão.
Ali, naquela hora eu achei o Alderan um maluco. Como ele iria entrar ali sem nem bater? Sem chamar ninguém? Ele simplesmente abriu o portão e seguiu em direção aos caras “mal encarados”.
Nesse movimento, Alderan começa a conversar com aqueles seres tenebrosos, e inevitavelmente pensei: “pronto, é agora que já vou precisar usar esse negócio (Espada)”
Para a minha surpresa, Alderan simplesmente DOMINOU aqueles seres na base da conversa e da lábia. Ali então, eu percebi que ele conhecia o caminho, e sabia como passar.
Tudo o que eu precisava fazer era prestar atenção em como ele fazia as coisas, para fazer por mim mesmo se eu precisasse mais adiante.
Essa turma de seres tenebrosos tinha como “pet” um Tigre. Literalmente um Tigre. O animal era assustador, mas a parte mais legal, é que eu comecei a perceber abertura mediúnica para telepatia com esse animal. (mesmo em um lugar muito denso)
Ao passo que eu via Alderan “driblar” os caras maus, eu me concentrava no animal e no aspecto mental dele. Muito facilmente percebi que o animal estava de certa maneira “dopado” e vi que ele não faria nada de mal conosco.
Um fato interessante é que seres de baixa vibração percebem muito menos seres de alta vibração. De alguma maneira eu vibrava em uma frequencia mais alta do que aqueles seres, e por isso, eles mal me percebiam, assim como o Tigre.
O aspecto do Tigre era todo “rasgado”, ele tinha ossos aparecendo com muito sangue, apesar de parecer calmo.
A aparência dos seres “vampiros” era absurdamente feia. Eles tentavam “se maquiar” de algum tipo de tinta, mas os aspectos macabros de suas naturezas eram muito mais evidentes.
Nesse nível, entendi que Alderan levou tudo na base da conversa, porque ele já tinha experiência.
Quando saímos daquele nível, ele me informou:
“Ali foi fácil, eu já conhecia, mas nem sempre vai ser assim…”
Simplesmente lancei um “Ok” e continuamos a caminhada.
Tive a impressão de “estar subindo” à cada nível passado.
Em uma próxima cena, vimos novamente seres maldosos. Dessa vez, Alderan precisou imobilizar (com a mente) um ser específico, e antes que chegassem mais “capatazes” conseguimos entrar em um duto de ventilação, que daria acesso ao próximo local.
Nessa altura, Alderan me informou que demorou 12 anos para aprender tudo sobre essas passagens, e que eu poderia aprender em muito menos tempo, talvez 2 anos.
Nessa hora eu pensei:
“Não sei de onde ele tá tirando que vou aprender tudo isso em 2 anos se “ele que é ele”, demorou 12…”
Continuamos fazendo a travessia.
Encontramos VÁRIOS seres totalmente “zumbis”, e outros mais conscientes. Todas essas turmas de seres escuros tinha uma espécie de líder.
Sempre íamos na direção do líder, e sempre que abatíamos um líder, TODOS os outros “capatazes” eram automaticamente desmantelados.
Alguns se dissolviam. Outros fugiam.
Muitos seres simplesmente corriam quando nos viam.
Alderan ia me informando que a alta vibração provoca medo e repugnância nesses seres. E sempre, das duas uma: ou eles tentavam atacar loucamente, ou fugiam.
Todos eles são “alérgicos” a altas vibrações, luz e amor.
Alderan me lembrou que a arma que ele me entregou foi uma Espada, mas que o Amor em Alta vibração poderia literalmente “dizimar” um ser dessa densidade, elevando quase que imediatamente a planos superiores de resgate.
Toda vez que “lidávamos” com um ser, ele se dissolvia. Isso não significava a “morte” pra ele, mas ele era enviado a planos de resgate superiores.
Basicamente ao passo em que eu aprendia muitas coisas, também libertávamos muitos seres travados em densidades umbralinas.
Passamos por VÁRIOS cenários. VÁRIAS situações que me deixavam alucinado, e a mágica da coisa é que eu continuava consciente e lembrando de tudo.
Sabia que estava com o corpo físico dormindo, e que poderíamos continuar as travessias.
Em uma determinada altura, os seres “malignos” começaram a não aparecer mais. Porém continuávamos a encontrar seres inconscientes, que mal sabiam o que estavam fazendo ali.
Nessa hora, percebi mais entradas, mais portas e mais caminhos. Cada um levava à algum lugar, e de uma maneira.
Me senti “fora de perigo”, porém uma energia de “imensidão astral” me arrebatou.
Ao mesmo tempo que eu me senti fora de perigo, eu acabei me vendo em “outro perigo”, o perigo de simplesmente não saber pra onde ir e estar perdido.
E quando menos esperei, Alderan simplesmente sumiu.
Eu fiquei literalmente sozinho.
E justamente nessa hora em que eu mais me senti sozinho, mais eu via portas que levavam a vários caminhos, e pensei:
“Pra onde eu vou agora? Se eu não sei nada daqui?”
Uma intuição me veio:
“Você acabou de aprender muitas coisas, faz o teste você mesmo, está tudo bem…”
Nessa hora, entendi que tinha que continuar subindo, porque a “saída” para retornar ao meu corpo físico ainda não tinha aparecido.
Nessa hora senti medo, tentei voltar ao meu corpo físico, e mesmo estando 100% consciente, eu não conseguia voltar, ali o plano umbralino ainda estava muito denso pra me concentrar em uma técnica de retorno ao corpo.
Entendi que tinha que continuar subindo, porque seria somente subindo para dimensões mais sutis e elevadas era que eu conseguiria controlar o aspecto mental que me levava para o corpo de volta.
É claro que tudo isso era um teste pra mim.
Meu Eu Superior poderia me tirar dali em um estralar de dedos, mas é claro que eu tinha que buscar por mim mesmo a saída. Eu tinha que experimentar, eu tinha que abrir portas, acertar, ou errar, que seja.
Percorri da minha maneira, e mesmo com muito medo, eu fui.
Obviamente a maioria dos seres que encontrei eu não necessitei utilizar muita violência. A Espada que Alderan me forneceu, tinha uma condição especial, bastava encostar em algum ser, e aquele ser “desmontaria” no chão.
Precisei fazer isso algumas vezes durante o caminho sozinho, e vi que aquilo não era tão difícil assim uma vez que eu tinha um grande poder em mãos. Aquela Espada era absurdamente poderosa e mágica.
Na medida em que eu me senti seguro, realmente consegui subir muitos níveis, como se fosse um jogo.
Cheguei em uma altura muito mais sutil e branda… A energia daquele novo local era mais leve, e mesmo assim, tinha alguns “zumbis” próximo a mim, mas eram inofensivos. A maioria nem me via…
Esse novo local era uma estação de trem, e pude observar um trem chegando naquele mesmo momento.
Para a minha surpresa, Alderan apareceu sentado em um banco com alguns amigos que também eram Comandantes, e que também tinham aprendido aquelas travessias.
Alderan fez uma brincadeira comigo:
“Nesse trem, só entra quem se tornou Almirante… Quem ainda é Comandante precisa se virar… não pode entrar…”
Momentos depois, Alderan e sua turma entra no próximo trem que chega, se despede de mim, e pra minha próxima surpresa (que já nem era surpresa mais) ele me deixa novamente sozinho.
Quando vi o trem indo embora com a única pessoa que poderia me ensinar como sair dalí, pensei:
“Caramba, o Alderan esqueceu de me ensinar como volta pro corpo físico!!!!!”
Praticamente entrei em choque nessa hora. Eu já tinha sentido que as travessias terminaram, e que o Alderan não ia voltar mais….
Tentei várias coisas. Tentei esperar um novo trem (mas nenhum outro chegou)
Tentei “pedir informações” para alguns seres ali, mas ali todos estavam totalmente zumbis e ninguém me respondia.
Todas as portas que tentei abrir, estavam trancadas ou não levavam a lugar nenhum.
Me senti no vazio do esquecimento.
Quis chorar, porque não fazia ideia do que fazer, nem de como sair dali.
“Aprendi tudo isso, mas como faço pra voltar pro meu corpo?”
Fiquei com medo de não conseguir voltar e de ficar preso, mas obviamente lembrei que de alguma maneira eu poderia ser puxado novamente pro corpo e que eu não corria risco de vida de maneira mais séria.
Como eu estava com 100% de consciência mental em todos os meus níveis, eu lembrei de um filme que eu assisti no plano físico, onde diziam que para você acordar de um sonho, você precisava “levar um susto”.
Pensei: “Excelente lembrança! Vou fazer algo que eu vou me assustar de verdade, e aí volto pro corpo!”
Eu ainda estava com a Espada que Alderan me deu. Observei uma menina de aproximadamente 15 anos de idade, totalmente “zumbi”, ela não conseguia falar nada, e só emitia sons inaudíveis pela boca.
Eu sabia que tinha que me assustar com algo, então decidi fazer algo pra provocar um emocional abalado em mim mesmo, um susto, a ponto da minha estrutura de corpo astral precisar voltar para o físico.
Essa era a estratégia.
Peguei a Espada, e decidi enfiar no pescoço daquela menina “zumbi”, bem na garganta.
Eu queria me assustar com a cena.
Ela simplesmente desmontou no chão e desmaiou.
Não existiu sangue nenhum. Ela simplesmente “dormiu” depois da Espada totalmente “garganta à fora”.
Aquilo foi decepcionante. Eu não me assustei NADA com a cena. E continuei ali “acordadinho da silva” no plano astral.
Vi que a estratégia passou longe de funcionar, e nessa hora, ao invés de ser tomado pelo desespero de estar “preso” no Plano Astral sem conseguir voltar pro corpo físico, eu respirei fundo…
Sentei no chão…
Cruzei as pernas…
Entrei em posição de Meditação…
E pensei:
“Bom, eu não tenho mais o que fazer… Vou me acalmar, e me concentrar verdadeiramente ao retorno do meu corpo físico.”
A calmaria “pós-desespero” me abrandou.
Nessa Meditação, lembrei daquela cena muito famosa do “Star Wars” (imagem que ilustra essa postagem) quando as Naves alcançam a velocidade da luz, e manifesta “riscos azuis” nas janelas na medida em que a nave se move naquela velocidade.
Comecei a visualizar aquele “túnel da velocidade da luz”, intencionando do fundo do meu coração, e de maneira muito mais calma, o retorno para o meu corpo físico 3D.
Após alguns segundos, simplesmente fui puxado para o Corpo Físico, e acordei na minha cama.
A lembrança de absolutamente TUDO o que aconteceu estava impecável. Eu lembrava de literalmente tudo.
Mesmo que assustado, comecei a escrever as experiências que tive naquela noite na hora.
Quando escrevemos e anotamos sonhos, visões ou projeções astrais, “alargamos” o canal que nos conecta aquela lembrança. E quanto mais alargamos, mais lembranças podemos ter porque o canal se desenvolve mais. A condição da “mente no plano físico” se integra a “mente do plano astral” e promove mais condição de acesso.
Tive uma gigantesca oportunidade de aprendizado em Projeção Astral 100% Consciente.
Agradeço a todos os Mestres que me permitiram essa experiência, em especial o Comandante Alderan, ou mais conhecido como Aldomon, em sua encarnação física.
Não precisamos ter medo de experiências como essa, porque por mais que possamos nos encontrar em situações “sozinhos”, nunca realmente estaremos sozinhos.
Bastará um momento de serenidade, e a “saída” será encontrada.
O Amor Venceu!
Por Luís F. Henriques e Karla M. Krause – 07/08/2024
Fantástica sua experiência. Gratidão por compartilhar. Eu não tenho conscientemente estes acessos mas sei que chegará em hora precisa. EU SOU este processo e descanso no Amor e Paz que eu já SOU. Abraço fraterno.